Pages

Mostrando postagens com marcador Maçonaria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maçonaria. Mostrar todas as postagens

janeiro 25, 2012

SSS #001 O Triângulo

Estive um pouco ausente nos últimos meses, porém a desculpa se deve ao fato de que estava cursando o último período de Faculdade, e o tempo foi escasso. 

Retomando os trabalhos, o Blog do Paulo Júnio, começa o ano de 2012 com mais tempo livre e promete buscar muitas novidades. 

Começando, vamos inaugurar um novo quadro hoje: Símbolos e Seus Significados (SSS). O objetivo deste quadro, é despertar em nossos leitores a curiosidade de aprender sobre diversos símbolos, sejam estes simples ou ocultos, e também o interesse em descobrir novos assuntos a serem estudados. Espero que gostem das novidades, e continuem lendo os antigos quadros deste humilde Blog.

Símbolos e Seus Significados #001

Símbolo ou Symballein em grego antigo, significa agregar. Símbolos não representam somente alguma coisa, mas eles também sugerem "algo" que esta faltando, que é necessário, invisível, que completa a totalidade. Um símbolo carrega o sentido de unir as coisas para criar algo maior que a soma das partes. Então para agregar ao nosso conhecimento, vamos conhecer um pouco mais sobre os significados do Triângulo.



O triângulo equilátero tem três lados com o mesmo comprimento. No Cristianismo é o símbolo da Trindade, enquanto na arte Islâmica simboliza a consciência e o princípio da harmonia. O triângulo aparece em muitos alfabetos. É antigo hieróglifo maia para o raio de sol e no alfabeto grego representa a letra "delta", que para os gregos representa os quatros elementos, e portanto está ligado a totalidade. A conexão do triângulo com os quatros elementos também aparece na alquimia. O povo Hittites ligava a forma do triângulo com a ponta para cima era o símbolo de um rei e de saúde. 

O triângulo invertido também está associado a fertilidade feminina, os sumerianos usavam o triângulo invertido para representar uma mulher e também é o símbolo feminino na China. Na Grécia, Roma e Índia, o triângulo com a ponta para cima representa o fogo e o masculino. Representa também a busca espiritual, enquanto invertido, se associa a receptividade e meditação.



A junção de dois triângulos, um deles para baixo e outro para cima, pode ser usado para denotar a união sexual, enquanto os triângulos cruzados representam a síntese. A estrela de seis pontas combina dois triângulos equiláteros sobrepostos, é o símbolo da alquimia para conjunção, relacionado a união dos quatros elementos. Como a Estrela de David, é um símbolo preeminente do Judaísmo, ao passo que como o Selo de Salomão no misticismo judaico, representa o número sete sagrado, simbolizado pelas seis pontas mais o espaço no centro, o local de transformação. Na Índia é usada como um desenho nas portas para afastar os espíritos hostis.


O Tetrakis, também conhecido como Número Divino, na Teoria de Pitágoras, é representado por um triângulo de pontos, quatro de cada lado e um no centro. Símbolo de poder e a quinta-essência.

Curiosidade ligado a Ordem DeMolay:

Lembrando de uma passagem do Hi, Dad: Em uma ensaio Loius Lower sugere a Dad Land que se alinhassem de forma que o líder fosse o primeiro para o seu posto e o o seguinte preenchesse o seu lugar e assim por diante, isso foi feito, e lentamente tomou a forma que até hoje é usada pelos oficiais entrarem na Sala Capitular. Marshal e Land assistiam, mas ainda faltava a qualidade de ser reta, o caráter de elegância estava faltando. Land, falou dos progressos, e deu a sugestão, que o triângulo equilátero era usado como símbolo em todas as eras, um símbolo de expressão e parte de alguns graus maçônicos. Que poderia ser usado como forma para a entrada, com o número de oficiais poderia ser formado um triângulo vivo. O Mestre Conselheiro no ápice e de frente para o altar, os sete preceptores seriam a ultima fila, a base. Os outros oficiais em linhas menores, completariam o triângulo. E se ajoelharem em uníssono como em uma prece, e uma reverência a George Washington em Valley Forge, apenas com o joelho esquerdo no chão, cotovelo direito sobre o joelho direito e apoiando a cabeça com a mão esquerda. 

Fontes: Almanaque Ilustrado dos Símbolos e Hi, Dad!


agosto 15, 2011

O X da Questão #004

O Blog do Paulo Júnio, traz a quarta entrevista do quadro o X da Questão, com exclusividade apresentamos o Irmão Juan Pablo Avilés Poppe, veja suas opiniões a cerca da Ordem DeMolay na Bolivia:

Paulo Júnio diz: Apresente-se, quando iniciou no DeMolay, Qual é o seu capítulo, sua idade, sua universidade? Quais posições que você ocupou em seu capítulo? Desde quando é Mestre Conselheiro Nacional e Quais seus projetos?

Juan diz: Eu sou Juan Pablo Avilés Poppe, Mestre Conselheiro Nacional da Bolívia, eu iniciei em 05 abril de 2009, no Capítulo Antonio José de Sucre 75019, eu fui Escrivão, Primeiro Conselheiro e Mestre Conselheiro. Eu tenho 19 anos e estudo Direito na Universidad Mayor y Pontificia Real de San Francisco Xavier de Chuquisaca. Eu fui eleito como Mestre Conselheiro da Jurisdição Nacional da Bolívia 075, em 26 de Julho de 2011, no X Congresso. Os Projetos para esta Gestão são vários, com o fim de fortalecer os Capítulos e fora dos Capítulos da Ordem DeMolay Bolívia Jurisdição 075 e fazer desta uma jurisdição administrativa impecável em assuntos como: Comunicações, Filantrópicas e Ritualística.

Paulo Júnio diz: Como é a Ordem DeMolay na Bolívia? Quando foi fundada?
Juan diz: Em Outubro de 1995, na Bolívia foi instalado o primeiro Capítulo da Ordem DeMolay, subordinado a Oficialaria Executiva de São Paulo. O Capítulo Primax de Bolivia Integración Nº. 262, em 11 de novembro de 1995. A Bolívia é atualmente a Jurisdição 075 do DeMolay Internacional.

Paulo Júnio diz: Qual o X da Questão para a Ordem DeMolay na Bolívia?
Juan diz: Bem, existem muitas esperanças e expectativas para DeMolay Bolívia. Estamos tentando ter uma Organização DeMolay mais forte. A comunicação é um fator importante e deve ser melhorado, infelizmente, a distância faz com que seja difícil ter grandes Projetos a nível Nacional, portanto, um objetivo primordial seria a de melhorar a comunicação com os Capítulos. Outro aspecto que esperamos alcançar essa gestão é manter um Capítulo DeMolay para cada Estado no País. Atualmente, o Estado de Potosí é o único que não tem Capítulos Ativos. Outro aspecto que foi discutido no último Congresso foi o impacto da Ordem DeMolay na sociedade boliviana, concordamos que precisamos relacionar com a  sociedade realizando mais atividades. Eu acho que a sociedade boliviana está experimentando uma falta de liderança, onde a juventude da Bolívia não tem um papel significativo na mesma. A expectativa que eu tenho com a DeMolay Bolívia é seguir esta estrada: fortalecimento e formação de uma Organização de Líderes e Homens de bem, e levá-la, como em outros países, onde você tem mais conhecimento do que é DeMolay, como uma organização fundamental para o desenvolvimento e formação dos cidadãos melhores.

Paulo Júnio diz: Juan, você esteve em nosso Congresso Nacional, qual atividade você mais gostou?
Juan diz: Bem, a verdade que mais me impressionou foi a força do DeMolay no Brasil, isto é, há muitos projetos e incentivo a juventude e esta juventude poderá se juntar ao DeMolay, como o excelente Projeto "Universidade DeMolay". Foi muito impressionante ver uma conferência com cerca de 1.200 participantes. Outro aspecto que eu realmente gostei foi o incentivo que tem a Literatura e as Obras dos Irmãos da Ordem.
Congresso Nacional - SCODRFB, Brasil, Tramandaí - Rio Grande do Sul

Paulo Júnio diz: Qual a semelhança entre o DeMolay Bolívia e o DeMolay Brasil?
Juan diz: Bem, para responder a esta pergunta eu quero começar a apontar as diferenças entre a Bolívia e o Brasil. No Brasil se nota uma sociedade mais aberta com a Maçonaria e Ordem DeMolay, um aspecto que na Bolívia, é outra realidade. Aqui (na Bolívia) tem uma sociedade muito mais fechada em termos de DeMolay e a Maçonaria, por isso é difícil para nós discutir, por exemplo, ter uma revista de circulação nacional como se tem no Brasil. Ou seja, nossas atividades são muito mais discreta do que as feitas no Brasil. Embora existam diferenças, nossas Cerimônias são exatamente as mesmas, é curioso que, quando eu estava no Brasil, mas não compreendi plenamente o que foi dito pela linguagem, sabia exatamente a tradução em espanhol, porque nossas cerimônias são idênticos. DeMolay é e mostra para todos nós, que temos esta bela experiência iniciada no DeMolay, nós compartilhamos esse sentimento de companheirismo, esse sentimento de querer ser pessoas melhores e melhorar a nós mesmos todos os dias, estas Sete Virtudes Cardeais marcam nossas vidas diárias.

Paulo Júnio diz: Deixe uma mensagem para os DeMolays.
Juan diz: Eu quero deixar a mesma mensagem que eu tenho deixado sempre quando eu tenho a oportunidade... Acho que o trabalho de DeMolay deve refletir-se primeiro em nossas famílias, então a nossa sociedade e nosso país, o que é este trabalho? Formar pessoas de bem, crescer espiritualmente, para nos preparar, a serem homens, jovens de bons hábitos, tendo em mente os sete gloriosos preceitos a que nos dedicamos quando estávamos na frente do primeiro altar DeMolay, para ser os portadores da luz contra os males de intolerância e ignorância. Estamos nos primeiros anos de nossas vidas, temos a oportunidade de fazer o que eu acabei de mencionar, não a desperdice.

Juan diz: Querido Irmão, espero ter contribuído para a sua iniciativa, Um abraço DeMolay!
Paulo Júnio diz: O Blog do Paulo, agradece o Irmão Juan, por sua disponibilidade e atenção, fortalecendo os laços de amizades entre os DeMolays Bolivianos e Brasileiros.


Mais informações a cerca da Ordem DeMolay Boliviana em sua página do Facebook:
http://www.facebook.com/groups/mcn.demolaybolivia/

maio 26, 2011

DeMolay: A Reunião


Li este texto no Blog do Irmão Felipe Giovani, Um Universo Inteiro. Achei interessante, segue para apreciação:

Em geral, o primeiro erro que se comete é pensar que a Reunião começa quando os Oficiais entram na Sala Capitular. O segundo, por sua vez, é análogo: é pensar que a Reunião termina quando os Oficiais saem da Sala Capitular. O que se deve ter em mente é que uma Reunião começa antes mesmo de seu início Ritualístico, embora não se possa definir com exatidão em qual momento, e termina, muitas vezes, depois do início, Ritualísticamente falando, de uma outra. Isso acontece porque uma Reunião é composta, administrativamente falando, de certas fases: uma antes, uma durante e outra depois. Assim temos:
A) ANTES:
Fase de planejamento. Nela é decido o conteúdo da Reunião e divulgado aos demais membros para que os mesmos possam planejar o que dirão/farão. É necessário que todos saibam com antecedência do assunto para não serem surpreendidos e, ocasionalmente, isso prejudicar, ou mesmo deixar de ajudar, a Reunião.

B) DURANTE:
É uma fase de aperfeiçoamento e subdivide-se em outras cinco.
  1. ABERTURA: aqui é feita uma explanação do assunto, o qual todos já tinham conhecimento prévio, embora não com total exatidão como o líder o terá.
  2. DISCUSSÃO: é o momento onde todas as possibilidades devem ser levantadas, sejam boas ou ruins.
  3. CONVERGÊNCIA: o Mestre Conselheiro tem o dever de escolher algumas das hipóteses levantadas, de acordo com o que achar ser melhor para o Capítulo, e tentar aprofundá-las um pouco mais até que se tenha, praticamente, apenas um caminho a ser seguido.
  4. AVALIAÇÃO: depois de ter encontrado o caminho, por assim dizer, é o momento de avaliar se ele é realmente o mais adequado. Essa parte é análoga à discussão. Muito semelhante. A diferença é que agora serão levantadas todas as possibilidades, sejam boas ou ruins, em relação, apenas, ao caminho escolhido. Ou seja, antes era uma discussão geral dentro de um determinado assunto (o assunto principal da Reunião). Agora é uma discussão pormenorizada e focada em um ou mais pontos do assunto principal da Reunião, focada no ponto de convergência (caminho escolhido) do assunto inicial da Reunião.
  5. FECHAMENTO ou CORROBORAÇÃO: feito tudo isso que foi descrito anteriormente, é esse o momento do Mestre Conselheiro definir a ação que será empreendida e pedir que fiquem de pé aqueles que concordem com tal decisão e, em seguida, que fiquem de pé aqueles que discordem de tal decisão, pois só assim poderá constar na ata, com exatidão, o que e como foi decidido. E é muito importante constar em ata, pois é ela o principal e, talvez, único documento que possa servir como prova quando for necessário. É muito importante, também, que a corroboração do empreendimento da ação futura seja feita de tal forma, pois, ao contrário do que diz o populacho, calar-se não é consentir. O máximo que se pode fazer é abster-se de votar/opinar, mas se se decide por votar, terá que fazê-lo expressando-se (ficando de pé no caso).
C) DEPOIS: é a fase de acompanhamento do empreendimento da ação e é, para mim, simplesmente, a parte mais importante. Idealizar quase todos são capazes. Fazer esforço mental e opinar também. Propor uma idéia genial é algo simples demais, mesmo que pareça o contrário. A parte realmente difícil é a execução. Nesse sentido, podemos citar o grande Karl Marx: "Os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras, mas o que importa é modificá-lo." Contudo, podem perguntar: porque é a execução a parte mais difícil? Pois é onde irão surgir os imprevistos: coisas que não foram pensadas, tanto para facilitar quanto para dificultar a ação, falta de ajuda dos Irmãos (o que acontece com grande frequência), Irmãos tentando ajudar, mas fazendo de forma errada, etc.. Encerro esse post com uma outra citação de Karl Marx que tem certa relação com a falta de ajuda dos Irmãos e constitui-se em um ponto central para se refletir: "De nada valem as idéias sem homens para pô-las em prática."

abril 06, 2011

Curiosidades: A Origem da Palavra “Irmão”

Os membros da Ordem DeMolay, unidos pela chama do Companheirismo e por seus juramentos, independentemente de qual Grau ele pertença, dão-se o tratamento de “Irmão”.
Geralmente, o mesmo termo é usado, mutualmente, em entidades religiosas como nos Conventos e membros de uma mesma associação. Este tratamento existe em todas as sociedades Iniciáticas e nas confrarias, baseado na participação dos membros com mesmo ideal, baseado no companheirismo. Era o tratamento que as Ordens Antigas usavam, como os Templários, Hospitalários e Teutônicos, por exemplo.
Como a Ordem DeMolay foi criada por um Maçom, e seus ritos foram escritos por um Maçom, percebemos claramente a adoção de termos e cerimonias, fundamentados nos ritos da Maçonaria. Para falarmos deste tratamento, remota desde os tempos de Abraão, o velho patriarca bíblico. Reza a história que estando ele e sua mulher Sara no Egito, lá ensinavam as 7 ciências liberais (gramática, lógica e dialética, matemática, geometria astronomia e música), e contou entre os seus discípulos com um de nome Euclides. Tão inteligente que não demorou nada em tornar-se mestre nas mesmas ciências, ficando por isso bastante afamado como ilustre personagem. Então Euclides, a par com suas aulas, estabeleceu regras de conduta para o discipulado; em primeiro lugar cada um deveria ser fiel ao Rei e ao país de nascimento; em segundo lugar, cumpria-lhes amarem-se uns aos outros e serem leais e dedicados mutuamente. Para que seus alunos não descuidassem dessas últimas obrigações, ele sugeriu a eles que se dessem, reciprocamente, o tratamento de “Irmãos” ou “Companheiros”.
Aprovando inteiramente esse costume da escola de Euclides, a Maçonaria resolveu sugeri-lo aos seus iniciados, que receberam-no com todo agrado, sem nenhuma restrição, passando a ser uma norma obrigatória nos diversos Corpos da Ordem. E não sendo diferente, este ensinamento foi repassado a Ordem DeMolay.
Realmente, agregamos a palavra “Irmão”, não somente em sentido da palavra, mas adotamos nossos Iniciáticos como Irmãos, de maneira muito afetiva e agradável, e estes, já no primeiro contato com a Ordem, usam este termo em todas as horas, seja dentro da Sala Capitular quanto no mundo profano.
O Poema Régius, que data do ano de 1390, tem o seguinte trecho:
(...) No ofício, diante de todos os demais, 
De servo ou servidor, mas sim de 
"meu caro irmão". 

Mesmo não sendo ele tão perfeito 
como um outro, 
Cada um por amor deveria chamar o 
outro de companheiro, (...)
Aconselha os operários a não se tratarem de outra forma senão de “meu caro Irmão”. Por isso o tratamento de Irmão dado por DeMolay a outro DeMolay, deve ser o reconhecimento fraternal, como se fossem de uma mesma família.
Somos Irmãos por recebermos a mesma Iniciação, os mesmos modos de reconhecimento e somos instruídos em um mesmo sistema de moralidade, liderança, justiça, humildade e tolerância.
Os membros de nossa Ordem aprendem a destruir a ignorância em si mesmos e nos outros; a ser corajosos contra suas próprias fraquezas, lutar contra seus próprios vícios e também contra a injustiça alheia.
São estimulados a praticarem um modo de vida que produza um nível elevado em suas relações com seus Irmãos, aos quais dedicam amizade sincera e devotada. São fiéis cumpridores de todo dever cujo cumprimento lhes seja legalmente imposto ou reclamado pela felicidade de sua Pátria, de sua Família e da Humanidade.
Jamais abandonará seus pares, seus Irmãos e seus amigos, no perigo, na aflição ou na perseguição. O verdadeiro Irmão respeita em seus semelhantes todos os direitos dados pelas leis da Natureza, como gostaria que os seus fossem respeitados.
Curioso, no entanto, é que ao sermos reconhecidos como Irmãos, o outro abre o sorriso e os braços, como se fosse um velho conhecido. Esse é um sentimento de irmandade, é muitas vezes, mais forte que entre Irmãos de sangue.
Nossa Ordem precisa de Irmãos verdadeiros, aqueles que têm orgulho de pertencerem à nossa Sublime Ordem e estão dispostos a sacrifícios pessoais em benefício dela.
Meu Irmão, se eu me esquecer de você, nunca se esqueça de mim!
Conte comigo. Eu conto contigo.
“O maior cargo dentro da Ordem DeMolay é o de verdadeiro Irmão.”     

Por Paulo Júnio de Lima
Texto Reescrito e Adaptado da Revista Universo Maçônico (Acesso Online)

março 26, 2011

Sobre "O Símbolo Perdido" # 002 O Capitólio

O Capitólio dos Estados Unidos da América (em inglês, United States Capitol) é o prédio que serve como centro legislativo do governo dos Estados Unidos. O Capitólio é o local de reunião do Congresso estadunidense, formado pelo Senado (câmara alta) e pela Câmara dos Representantes (câmara baixa). O Capitólio fica localizado no bairro Capitol Hill em Washington, D.C. e é um dos extremos do National Mall. Em nossa saga, no Símbolo Perdido, é dominado pelo Capitólio. Sua posição no triângulo de L'Enfant e suas origens maçônicas têm sido sido comentadas. O Capitólio é um museu vivo, que sobreviveu no decorre dos séculos. Ele é prova da criatividade Americana, inspirada pela Antiguidade clássica. 
Sua pedra fundamental foi lançada em 18 de Setembro de 1793, e o prédio passou a ser ocupado a partir de 1807, anos depois da morte de George Washington. Durante a Guerra dos Estados Unidos contra os britânicos, o prédio foi incendiado em 1814. Sofrendo alterações nas décadas de 1850 e 1860, durante a Guerra Civil Americana. Voltando ao nosso livro, Langdon e Mal'akh, como a maioria dos visitantes, entram no Capitólio através do novo Centro de Visitantes (Inaugurado em 2008), descobrindo que o Capitólio foi renovado.  Ele é um local de trabalho onde a Câmara dos Representantes e o Senado realizam suas sessões. Mas também é um museu que celebra a democracia norte-americana. Os visitantes, assim como Langdon são direcionados a Rotunda, o salão que fica sob o magnífico domo, onde Langdon vê a Apoteose de George Washington e infelizmente encontra a "Mão dos Mistérios" (do lado) tatuada de Peter Salomon. Langdon também vai descer até o segundo subsolo e descobre a Câmara de Reflexão, na sala 13 (secreta). "Dan Brown, admite que esta Câmara é fictícia". Mais tarde em nossa trama, somos guiados por túneis subterrâneos que conectam o o Capitólio aos três prédios da Biblioteca do Congresso. "Realmente existe vias férreas subterrâneas e túneis que conectam o Capitólio aos seis prédios que abrigam os gabinetes dos senadores e dos membros da Câmara dos Representantes". O domo do Capitólio é onde Langdon e Katherine encerram a jornada do Símbolo Perdido.
Apoteose de George Washington 

Vários livros relatam sobre a localização do Capitólio e a importância Zodiacal do momento exato para o lançamento de sua pedra fundamental. Inclusive o relançamento simbólico em 1993 com hora maçônica. Atualmente, o Capitólio cobre uma área de 16.000 metros quadrados. Uma coincidência maçônica final é que há 33 degraus conduzindo do local da Posse, no lado oeste do Capitólio, até a Rotunda.

Não percam a continuação da série "O Símbolo Perdido" # 003 A Mão Direita dos Mistérios.

Fonte: A filosofia do Símbolo Perdido. Thomas R. Beyer.